E nasce o Rodando!

Oi, pessoas!
Nasceu o “Rodando pela Vida”, finalmente!
Quem me acompanha de perto no Twitter sabe que foi mesmo um parto.
Foram meses confabulando o que eu queria pra essa “criança” aqui e ensaiando pra tentar não fazer feio, mas como na maioria das gestações, surgiram uns problemas aqui e ali que me fizeram adiar o “parto” até que tudo (ou quase tudo) estivesse arrumado e eu pudesse me dedicar à esse espaço como os bons leitores merecem.
Não pretendo fazer daqui um blog “pessoal”, mas como o tema principal é justamente a vida sobre quatro rodas (estou falando de rodas de uma cadeira de rodas e não de uma Ferrari, tá gente?) e, “essa é minha vida, esse é meu clube”, as vezes as coisas podem ficar com um olhar pessoal demais, afinal, vou dar minhas opiniões e contar minhas experiências aqui também. É por isso que eu espero que vocês comentem e a gente possa discutir os acontecimentos. Ninguém é dono absoluto da verdade e da razão e outros olhares sempre enriquecem a gente.
pegadas de cadeira de rodas

“Mas afinal de contas, quem é você?”
Eu sou a Mari (@rodandopelavida para os twitteiros de plantão), campineira, nascida em 1984, cadeirante desde bebê, nasci com uma doença neuromuscular degenerativa progressiva chamada Atrofia Muscular Espinhal ou, Amiatrofia Espinhal Progressiva, e outros tantos nomes parecidos com esse, mais conhecida pelas siglas A.M.E (em português) ou S.M.A (em inglês).
Resumidamente eu nasci sem força pra andar e aos poucos fui perdendo a força e movimentos nos membros inferiores e superiores até virar tetraparésica (que é diferente de tetraplégica) e dependente de auxílio até para beber água como sou agora.
Fiquem tranquilos que em um dos próximos posts explico mais sobre A.M.E e as diferenças entre tetras e paras.

2 Resultados

  1. Anônimo disse:

    Botafogo, Botafogo Campeão….

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